"Lisboa, 26 de Julho de 2017 - A Seas At Risk em articulação com os seus membros portugueses, nomeadamente o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), a Liga Para a Proteção da Natureza (LPN), a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza e a Sciaena, exigem que o Governo português tome uma posição de vanguarda na defesa dos oceanos, adotando uma posição firme contra a mineração em águas profundas.

Depois de ter apelado para o fim da mineração em águas profundas na Conferência dos Oceanos das Nações Unidas no início de Junho (ver comunicado e declaração**), a Seas At Risk pede agora um maior compromisso na salvaguarda da biodiversidade destes ecossistemas vulneráveis por parte de vários Estados Membros, incluindo Portugal. Na próxima sessão anual da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (de 7 a 18 de agosto de 2017), os Estados Membros votarão sobre as possíveis reformas da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, bem como sobre os procedimentos para o desenvolvimento de regulamentos ambientais internacionais. Para a Seas At Risk, o GEOTA, a LPN, a Quercus e a Sciaena, o Governo tem de tomar uma posição ambiciosa nesta reunião e deverá garantir que a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos*** aplique efetivamente o princípio precaucionário e que se cessem todos os trabalhos de prospeção e exploração de minérios atualmente em vigor."

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